Pensamento Social Brasileiro

O objetivo desta disciplina é analisar a sociedade brasileira contemporânea, considerando aspectos como: transformações no mundo do trabalho e nas formas de sociabilidade, impacto de novas tecnologias sobre a vida social, inserção internacional, diversidade, pobreza e desigualdade. Pretende-se propiciar ao aluno uma reflexão crítica sobre as transformações em curso na sociedade brasileira, mobilizando elementos de sua própria experiência e buscando, na literatura sobre o tema e na observação da realidade, contato com “outros olhares e perspectivas”. A disciplina buscará também destacar desafios para a ação do Estado derivados da complexidade desta sociedade em transformação. 

Informações Básicas

Carga Horária
60 horas
Pré-requisito
Não se aplica

Básica:

HOLANDA, Sérgio Buarque de. “Trabalho e aventura” e “O   Homem   Cordial”. Raízes   do   Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 41-70; 139-152 

PRADO JR., Caio. “Organização Social”. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 267-295.  

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil, 14ª ed. São Paulo, Nacional, 1976. 

FAORO, Raymundo. “O Estado Patrimonial e o Estado Feudal”. Os Donos do Poder. São Paulo: Globo, 2001 [1957], p. 32-41. 

LEAL, Victor Nunes. “Indicações sobre a estrutura e o processo do ‘coronelismo’”. Coronelismo, Enxada e Voto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 [1948] 

LAMOUNIER, Bolívar. “Formação de um pensamento político autoritário na Primeira República, uma interpretação”. In: Paulo Sérgio Pinheiro [et al]. História Geral da Civilização Brasileira. Tomo III, vol. 2. O Brasil republicano: sociedade e instituições (1889-1930). Rio de Janeiro; São Paulo: Difel/Difusão, 1976. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997, p. 343-374. 

SOUZA, Maria do Carmo Campello de. “Os mecanismos de centralização”. Estado e Partidos Políticos no Brasil (1930-1964). São Paulo: Alfa-Omega, 1976, p. 83-104 

Complementar:

FERNANDES, Florestan. “O negro na emergência da sociedade de classes. Introdução” e “O negro e a revolução burguesa”. A integração do negro na sociedade de classes. São Paulo: Globo, 2008 [1964], p. 29-36 e 59-77. 

GUERREIRO RAMOS, A. “Notas Para um Estudo Crítico da Sociologia no Brasil” in GUERREIRO RAMOS, A. Introdução crítica à sociologia brasileira. 2ª edição. Rio de Janeiro: UFRJ, 1995 [1957]. Pp. 35-48. 

QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. “O mandonismo local na vida política brasileira”. O Mandonismo Local na Vida Política Brasileira e Outros Estudos. São Paulo: Editora Alfa-ômega, 1976, p. 35-52 (seleção). 

ALONSO, Angela. “Apresentação”, “Abolicionismo como movimento social” e “ O futuro do pretérito”. In: Flores, votos e balas: o movimento abolicionista brasileiro (1868-1888). São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 13-22; 351-360 e 361-369. 

GONZALES, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências Sociais Hoje, 1984, p. 223-244. 

VISCARDI, Cláudia. Corporativismo e neocorporativismo. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 31, n. 64, p. 243 - 256, jul. 2018. ISSN 2178-1494. 

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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