Filosofia e Ética

Filosofia como crítica e como reflexão ideológica e política. Filosofia feminista. Feminismo negro. Lugar de fala e interseccionalidade. Modernidade líquida, cultura da oferta e a crise da educação em tempos de conhecimento mercantilizado. O triunfalismo do mercado. A exclusão da moral do debate público atual. A necessidade de pôr limites à lógica do tudo à venda. A centralidade da justiça na filosofia ética. O utilitarismo. O princípio da máxima felicidade. Limites da ética utilitarista e sua influência nas teorias econômicas contemporâneas. A moral kantiana: dignidade humana e liberdade como autonomia. O imperativo categórico. A filosofia da justiça como equidade de John Rawls. A posição original e o véu da ignorância. Os dois princípios de justiça. A superação do mérito moral. A ética de Aristóteles. Raciocínio teleológico na filosofia moral. A boa vida como télos do Estado. A prática como formadora do caráter virtuoso.

Informações Básicas

Carga Horária
30 horas
Pré-requisito
Não se aplica

Básica:

ADICHIE, C. N. Sejamos todos feministas. Tradução Christina Baum. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2015.

BAUMAN, Z. Capitalismo parasitário e outros temas contemporâneos. Tradução Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Zahar, 2010, Capítulo 2.

BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001, Prefácio.

COLLINS, P. H.; BILGE, S. Interseccionalidade. Tradução Rane Souza. São Paulo: Boitempo, 2021, Capítulo 1.

RIBEIRO, D. O que é lugar de fala. Belo Horizonte: Letramento, 2017.

SANDEL, M. J. Justiça: o que é fazer a coisa certa. Tradução Heloísa Matias e Maria Alice Máximo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, Capítulos 2, 5, 6 e 8.

SANDEL, M. J. O que o dinheiro não compra: os limites morais do mercado. Tradução Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016, Introdução e Capítulo 2.

 

Complementar:

ARISTÓTELES. A política. Tradução Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Martins Fontes, 1991, Livro III.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Tradução Leonel Vallandro e Gerd Bornheim. São Paulo: Nova Cultural, 1991, Livros II e VI.

BAUMAN, Z. Capitalismo parasitário e outros temas contemporâneos. Tradução Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: Zahar, 2010, Capítulo 1.

BAUMAN, Z. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Tradução Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2008, Introdução.

BENTHAM, J. Uma introdução aos princípios da moral e da legislação. Tradução Luiz João Baraúna. São Paulo: Abril Cultural, 1979, Capítulo 1.

COLLINS, P. H. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. Tradução Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Boitempo, 2019, Capítulos 1 e 2.

KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 2007.

MILL, J. S. Utilitarismo. Tradução Pedro Galvão. Porto: Porto Editora, 2005, Capítulo 2.

RAWLS, J. Uma teoria da justiça. Tradução Almiro Pisetta e Lenita M. R. Esteves. São Paulo: Martins Fontes, 1997, Capítulos I e II.

SANDEL, M. J. O que o dinheiro não compra: os limites morais do mercado. Tradução Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016, Introdução.

STONE, A. Introduction to feminist philosophy. Cambridge, UK: Polity, 2007, Introduction.

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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